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Unir Margens

Seja bem-vindo ao nosso site Unir Margens. 
Neste site vamos colocar todo o processo do nosso projeto Unir Margens, para que Lisboa possa continuar a ser habitada pelos seus locais e a Margem sul possa crescer turisticamente.

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Saiba mais sobre o projeto Unir Margens

Como chegamos até aqui


O projeto Unir Margens surgiu devido ao grande problemas que os habitantes lisboetas estão neste momento a passar. o desalojamento local no centro da capital portuguesa tem gerado um grande descontentamento, e o nosso objetivo é inverter a situação, conjungando a diminuição do desalojamento local com o aumento do turismo na margem sul.

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Quem somos nós?

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Ana Rita

Boa tarde! Chamo-me Ana Rita Teixeira Henriques, tenho dezanove anos e venho de corroios, mais concretamente da Margem Sul. Um dos meus sonhos sempre foi ajudar o próximo e através deste curso isso é possível. Uma das coisas que percebi é que tenho que me empenhar mais e que só assim conseguirei atingir os meus objetivos. Concluindo, não podia estar mais feliz por ter vindo estudar para a Invicta e aqui, ao fim de alguns meses, sinto-me em casa. É um sentimento inexplicável estar longe da família e termos que nos adaptar a um local novo e, ao fim de alguns esforços e batalhas, conseguir chama-lo de casa

Sara Matos

Olá sou a sara tenho 20 anos e sou uma das criadoras do projeto “unir margens". Sendo eu aluna do curso de educação social, foi-nos proposto na unidade curricular de TIC em educação, que consistisse na criação de um projeto tendo por base as ferramentas do Movie Maker, Audacity e todas as competências adquiridas em sala de aula.
Como lisboeta, foquei-me nos problemas pelos quais a minha cidade está a deparar-se. Não esquecendo que este projeto também possuí a contribuição e a interdisciplinariedade da Unidade curricular de Análises das realidades socioeducativas.
Este projeto pretende então a mudança da realidade atual de lisboa e da margem sul.

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O nosso projeto e o que nele consiste

Em que consiste o projeto?

Atualmente deparamo-nos com um grande problema relacionado com o desalojamento local. Lisboa está a enfrentar um grande movimento de turismo, e para isso os senhorios de várias casas localizadas no centro histórico da cidade estão a desalojar os inquilinos para poderem transformar essas casas em alojamentos locais dedicados ao turismo. Perante esta realidade que está a causar tantos problemas aos moradores de lisboa, juntamente com a existência de inúmeras casas degradadas e abandonadas na margem sul. Sendo assim, este projeto consiste em transformar essas casas e prédios degradados em alojamentos locais para os turistas, o que levaria a um aumento do turismo na margem sul e à diminuição do desalojamento de vários moradores de lisboa. Temos em consideração que Lisboa em comparação com a margem sul é muito superior a nível turístico, e que mesmo levando os turistas para alojamentos locais na margem sul, estes iriam querer continuar a conhecer o centro histórico de lisboa. Para isso o nosso projeto conta com várias parcerias a nível de transporte para que os turistas possam usufruir de certos descontos para poderem fazer a travessia entre margem sul e Lisboa.

Recursos físicos que necessitamos?

Para que o nosso projeto possa ser criado necessitamos de alguns recursos físicos, entre eles, os prédios abandonados e degradados que existem em grande número na margem sul, e por fim os transportes que por sua vez vamos estabelecer parcerias com os mesmo.

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Parcerias:

Para que a travessia entre a Margem sul e Lisboa se possa efetuar de forma mais acessível em termos monetários para os turistas, optamos por criar parcerias com vários transportes que possam realizar essas viagens. Temos a parceria com a Fertagus que se trata de um serviço ferroviário suburbano de passageiros, a TST que é uma empresa de autocarros. Apesar de a TST só ter serviços na margem sul, já é uma grande ajuda para transportar os turistas até cacilhas ou outro portos que possuam outros meios que façam ligação a Lisboa. Por fim, a parceria com a Transtejo soflusa (TTSL) que se encarrega das ligações fluviais.

Objetivos/vantagens do projeto:

Este projeto tem variados objetivos, sendo um deles o aumento do turismo. Visto que Lisboa é considerada a capital de portugal, esta recebe turistas de vários locais, sendo que alguns deles chegam a querer vir residir em Lisboa. Como a Margem Sul é um local razoavelmente perto de Lisboa (tendo apenas a ponte 25 de abril a separar), pensámos que ao tornar a Margem Sul um local mais apelativo para visitar (apesar desta já ser bastante procurada devido às suas praias), isto iria fazer com que a superlotação de turistas em lisboa diminuísse. Como referido antes, a afluência de turistas em lisboa acaba por criar uma certa sobrelotação. Devido à procura de habitação por parte dos turistas, os senhorios acabam por desalojar os habitantes locais, chegando a ameaçar de aumento de renda caso estes não saiam. A procura de casa por parte dos turistas aumenta cada vez mais, e apesar de existirem casas para arrendar ou até mesmo comprar, as casas que os senhorios acabam por libertar tendem a ter um preço elevado mas não tão elevado quando comparado com as casas que se encontram por habitar. O último objetivo do nosso projeto é diminuir o número de casas degradadas. Estas casas encontram-se na Margem Sul e a nossa finalidade era conseguir acabar as obras nestas, de modo a conseguirmos alojar os turistas a preços razoáveis. Desta forma, não só iríamos diminuir a superlotação de turistas em lisboa, como também acabaríamos com o desalojamento dos locais lisboetas das suas casas para dar residência aos turistas e, por fim, mostrar aos turistas que a Margem Sul também é um local bastante apelativo para ser visitado e habitado.

Público alvo:

o nosso público alvo são os habitantes locais lisboetas que atualmente enfrentam o dilema de terem de sair das suas residências sem grande resistência , caso contrário os senhorios aumentam a renda a um nível absurdo até que os mesmo saiam da casa. Tal como os habitantes locais, o nosso público alvo também são os turistas, unindo a ideia de aumentar o turismo na margem sul e dar alojamentos locais aos mesmos, mas que isso não leve ao desalojamento de habitantes. estrangeiros e habitantes locais.

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Galeria

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Ana Rita e a Margem sul

Focando-me agora na minha parte para a realização do projeto, vou mencionar a Margem Sul. Desde pequena que vivo na Margem Sul, sendo esta a primeira vez que saio da minha zona de conforto. Com o passar dos anos foi conhecendo mais locais da minha zona e fui vendo que há demasiados prédios em ruínas que poderiam muito bem voltar a ser reconstruídos e, deste modo, servir de alojamento para os turistas. Um dos objetivos do prometo é tornar a Margem Sul um local ainda mais turístico, não só pelas suas praias mas também pelos seus belos locais. Teríamos contrato com empresas de transportes de modo a facilitar as viagens dos turistas. O facto de haver muita aglomeração de turistas em Lisboa deve-se ao facto de esta ser a capital. Apesar de tudo, a Margem Sul é bastante reconhecida pelas suas praias e o famoso Cristo Rei. Contudo, esta Margem tem muito mais para oferecer e queremos acreditar que com o nosso projeto isso é possível. Para concluir, a Margem Sul tem imenso para ser explorado mas são poucas as pessoas que vêm o seu valor, e, por isso, decidem não investir. Deste modo, pretendemos acabar com os desalojamento locais em Lisboa e reaproveitar prédios que, com o tempo, foram-se tornando em ruínas, na Margem Sul

Sara Matos e o centro de Lisboa

Como já referido este projeto assenta nos objetivos de: acabar com o desalojamento local em lisboa, reconstruir os prédios degradados da margem sul e aumentar o turismo também na margem sul. Falando do centro de lisboa, esta está a enfrentar um grande problema que são os desalojamentos locais. Isto deve-se à grande quantia de turistas em lisboa que estão a levar os senhorios a optarem por fazer alojamentos locais. No entanto esses alojamentos locais são casas que já possuem inclinos. A solução para este problema por parte dos senhorios é então despejar os inclinos ou então aumentarem a renda a preços absurdos de forma a estes saírem de casa.
Este problema tem sido um problema que têm revoltado imenso os moradores lisboetas, sobretudo os bairristas. Isto porque, os desalojamentos estão a acontecer nos bairros mais históricos de lisboa, entre eles Alfama, Bairro Alto, Castelo, São vicente, Mouraria e muitos outros. Os moradores queixam-se cada vez mais por verem os seus bairros a perderem a vida portuguesa e a ganhar uma vida que contém inúmeras línguas de todo o mundo.
Estes desalojamentos não só estão a transformar os bairros históricos, fazendo-os perder moradores de à muitos anos e portugueses, como também estão a obrigar esses mesmo moradores a procurarem outra casa num curto espaço de tempo.
Sendo eu moradora bairrista de Lisboa, revolta-me toda esta situação. Daí o surgimento deste projeto.

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Como Fizemos?

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